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Autor: Admin

Duplicação da avenida Tupy debatida em audiência pública no Legislativo

O limite púbico, o limite privado e os novos conceitos que apresentam o projeto de duplicação da avenida Tupy, zona sul da cidade de Pato Branco, foram os assuntos que predominaram durante a audiência pública realizada na quarta-feira à noite, no Plenário do Legislativo.O vereador William Machado (PMDB) propôs a audiência que reuniu a comunidade lindeira (empresários e moradores), que está situada ao longo da avenida, lideranças da comunidade e representantes do Poder Executivo. A audiência iniciou com a apresentação do projeto de duplicação pelo autor do projeto, arquiteto Adriano Scarabelot.ProjetoNa primeira etapa, conforme o arquiteto, o projeto prevê a duplicação de 3 quilômetros da via urbana. O projeto privilegia os moradores da zona sul, uma população com mais de 15 mil pessoas. A região apresenta um crescimento desordenado e com sérios problemas no trânsito, conforme o arquiteto, além disso, a sinalização é deficiente, existem pontos de prostituição e falta de segurança. Ele projeta que em pouco tempo, a região se transformará em um centro comercial forte, com toda a estrutura existe no centro da cidade. “O projeto aprovado pelo Ministério das Cidades prioriza o crescimento da região, mas, acima de tudo, o cidadão”, afirmou Adriano.DireitoO empresário Olirio Piva lamentou a falta de diálogo, de conhecimento sobre o projeto e a forma como se processou o início do trabalho da duplicação, que, segundo ele, derrubou o muro do estabelecimento comercial. Para ele, o Município não respeitou o limite público e privado. Em relação ao direito público e privado, salientou o secretário de Engenharia, Obras e Serviços Públicos, Vlademir Dal Ross, o projeto de duplicação alcança uma caixa de 25 metros. Assim, o município em nenhum momento vai promover indenizações. Já, os problemas pontuais, salientou secretário, serão resolvidos caso a caso.AvaliaçãoO vereador William Machado considerou positiva a audiência, à medida que, esclareceu as dúvidas de empresários e moradores, mas, a grande dúvida reside, ressalta o vereador, no processo do direito privado e público, ou seja, o espaço utilizado,pois, empresários e moradores reclamam que a obra alcançou espaço particular. Machado lembrou que, se o município tivesse apresentando o projeto antes do início do trabalho de duplicação à comunidade, a discussão, a polêmica poderiam ter sido evitados. Na seqüência do trabalho, acrescentou o vereador, será elaborado um relatório da audiência pública e encaminhado ao Poder Executivo.