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Autor: Admin

Maria Anita ressalta importância do programa Família Paranaense para a região

O município de Pato Branco passou a integrar a rede de comitês regionais do programa Família Paranaense. Nesta quarta-feira (27), a coordenadora da unidade técnica do programa, Letícia Reis, coordenou a implantação dos comitês local e regional durante encontro realizado na sede da Câmara Municipal. No encontro com a presença de prefeitos, técnicos regionais e municipais, a coordenadora Letícia, explicou e orientou os representantes dos municípios sobre as modalidades de adesão ao programa; a formatação e implantação dos comitês regional, municipal e local; a divulgação da lista de famílias a serem inseridas; o plano de ação intersetorial da família e a atualização do cadastro único. Segundo a chefe do escritório regional da Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, vereadora Maria Anita Guerra Machado, no encontro se processou a implantação do Comitê Regional do Programa Família Paranaense. Integram o comitê representantes das secretarias de Educação, Saúde, Trabalho, Esporte e da Agricultura e,também, os comitês nos municípios de Mangueirinha e Pato Branco. Para que o programa possa implantado nos municípios, ressalta Maria Anita, é necessário estar em funcionamento os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Os recursos destinados ao programa são disponibilizados pelo Estado, mas, a contrapartida dos municípios, salienta Maria Anita, é estarem em pleno funcionamento os centros de referência e com toda a sua equipe, por exemplo, psicólogo e assistente social. A principal missão dos comitês é acompanhar e fiscalizar as ações do programa Família Paranaense nos municípios, isto é, se as famílias em situação de risco estão acessando os benefícios. Programa: O Família Paranaense, lançado em março, pretende melhorar as condições de vida de pessoas em situação de vulnerabilidade social e vai atender 100 mil famílias até 2014. Durante a permanência no programa, o Estado e as prefeituras oferecerão o suporte para que cada família, ao reconhecer suas vulnerabilidades, conquiste sua autonomia. Todo o processo será monitorado e acompanhado por 17 secretarias estaduais e gestores municipais, tendo a Secretaria da Família como gestora do programa.