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Autor: Admin

Mestres e doutores em matemática opinam sobre fração para definir número de concessões do serviço funerário

O líder do PT, vereador Gilson Feitosa, se posicionou contrário ao uso de Radar Móvel pelo setor de trânsito do Município. Ele defende ações educativas, de orientação, e se necessário a instalação de Lombadas Eletrônicas. “Quero acreditar que o Radar Móvel é para educar o cidadão e não para multar”, ressalta o vereador, assim, reafirmamos que são necessárias primeiramente ações de educação no trânsito.***Funerárias***O petista também comentou o processo licitatório que outorga concessões remuneradas para a exploração do serviço Funerário Municipal, traz no seu artigo 2º o seguinte texto: “A quantidade de concessionárias, necessariamente empresas de direito privado, será definida em cada processo licitatório, observando-se o critério de uma concessão para cada 25.000 habitantes ou fração, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”.Durante a sua fala, Gilson apresentou um documento assinado por professores graduados em matemática e lotados na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR-campus de Pato Branco {mestres em matemática, doutor em ciências e matemática) os quais têm entendimento que, o texto não esclarece qual fração {porcentagem dela} que daria o direito a outra funerária, além do número inteiro previsto, de três concessões. Nesse caso, segundo os professores, qualquer fração acima do inteiro “deve ser acrescentado mais uma funerária”, pois, caso contrário, a fração excedente de população ficaria desassistida. “Portanto, quanto mais serviços funerários disponíveis, melhor será para a população”. O documento está assinado pelos professores Matheus Henrique Dal Molin Ribeiro, Luiz Carlos Scheitt e Marcio Bennemann.