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Autor: Admin

Plenário aprova projeto que proíbe pulseiras do sexo na rede municipal de ensino

Três projetos de lei integraram a pauta da sessão ordinária deliberativa do Legislativo. Todos foram aprovados pelos vereadores. O projeto de lei que autoriza o Executivo Municipal a doar imóvel a Associação Intermunicipal de Saúde (Assims). A área tem 1.820,00 metros quadrados, avaliada em R$ 306 mil, para a construção da sede própria da entidade. No plenário, os agentes políticos destacaram a importância da doação à associação, pois, a entidade representa os municípios da região e garante atendimento médico a centenas de pessoas. Em seguida, tramitou e foi aprovado em com emendas, o projeto de lei que proíbe o uso de pulseiras coloridas, conhecidas como pulseiras do sexo nas escolas da rede municipal de ensino, de autoria dos vereadores Nelson Bertani (PDT), Vilmar Maccari (PDT) e Luiz Augusto Silva (DEM). Entre as emendas apresentadas, segundo Bertani, figura a que retirou do projeto, o artigo que proibia a comercialização das pulseiras no município. O vereador Guilherme Silverio (PMDB), um dos relatores do projeto, elogiou a preocupação dos autores, mas, a seu ver, é preciso que os estabelecimentos de ensino mobilizem a comunidade e promovam o processo de conscientização. A votação do projeto que autoriza o Executivo abrir crédito especial, no valor de R$ 141 mil para aquisição de terreno para instalação da estrutura da Garagem Municipal, encerrou a pauta deliberativa.Tribuna Livre: A presidente do Grupo de Apoio a Mama (Grupo Mama), Antonieta Chioquetta, acompanhada de integrantes da entidade, participou da sessão do Legislativo, quando comentou a incidência do câncer da mama, mas, lembrou que existe legislação especifica que assegura à mulher exames preventivos e sem nenhum custo. Ela disse que existe somente uma fórmula mágica para curar o câncer, o diagnóstico precoce. O procedimento é feito através de um conjunto de exames e a partir dos 40 anos de idade. Antonieta conclamou que as mulheres façam a sua parte, pois, não adianta a rede de saúde ter equipamentos de última geração, se as mulheres não realizam os procedimentos preventivos.