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Autor: Admin

Pozza esclarece evento

Na sessão ordinária de ontem (2), o vereador Marco Pozza (PMDB) usou o espaço do grande expediente para esclarecer informações que foram divulgadas por meios de comunicação, dizendo que o vereador teria faltado na Audiência Pública para Prestação de Contas do 2º Quadrimestre, que de acordo com a reportagem, teria acontecido no último sábado (30). Porém, o vereador Aldir Vendruscolo (PFL), que abriu o evento no sábado, declarou que não estava abrindo uma sessão ou audiência, mas apenas dando espaço para que o prefeito, Roberto Vinganó (PDT), e seus funcionários apresentassem a prestação de contas aos presentes. Ele afirmou que a Audiência Pública havia sido realizada na sexta-feira (29), conduzida pelo presidente da Comissão de Orçamentos e Finanças, vereador Marco Pozza, e com ausência do prefeito.Pozza informou que a prefeitura protocolou às 10h ofício em que comunicava o adiamento da audiência para as 16h, com a justificativa de necessidade de juntar informações técnicas adicionais, sendo que não haveria tempo hábil para incluí-las até o horário previamente agendado. Segundo o vereador, o pedido não foi aceito porque não haveria ampla divulgação, conforme o disposto no art. 48 e parágrafo único da Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, foram enviados convites para associações, sindicatos, Ministério Público, autoridades locais e representantes de diversas instituições do Município, que não poderiam ser avisadas da mudança.O vereador peemedebista ainda mostrou um vídeo que mostra o prefeito na carreata que o candidato a governador, Osmar Dias (PDT), fez em Pato Branco, no horário em que estava acontecendo a Audiência Pública. “O prefeito não poderia estar aqui (câmara) as 13h30 para prestar contas a sua população, porque estava participando da carreata”, alegou Pozza.O líder do governo, vereador Aldir Vendruscolo (PFL), não acredita no julgamento de Pozza, de que o prefeito faltou à audiência para participar da carreata, e concordou com o envio de denúncia ao Ministério Público e Tribunal de Contas, que irão julgar o caso.