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Pato Branco, PR °min °max

Autor: Admin

Rede de coleta e reciclagem de lixo começa em 90 dias

A confirmação é do secretário municipal de Meio Ambiente, Nelson Bertani, que participou da sessão do Legislativo  à convite da vereadora Leunira Viganó Tesser (PDT), para antecipar como se dará o processo de funcionamento da coleta do lixo com o advento da aquisição de novos coletores compactadores e dos contêineres {uma caixa grande que acondiciona carga para transporte e que tem como objetivo facilitar a locomoção e o manejo}.Segundo o secretário, Pato Branco vai entrar em uma nova era neste ano, pois a coleta e a destinação final  do lixo  receberam novos equipamentos, três caminhões, cada um com a capacidade de armazenamento de 19 metros cúbicos.  Atualmente, a maioria dos veículos tem capacidade de 7 metros cúbicos, somente um tem estrutura para 9 metros cúbicos.Com maior potência estrutural, ressalta Bertani, a coleta e o transporte de lixo até o Aterro Sanitário se processarão em menos tempo, “vamos ganhar tempo e melhorar a coleta do lixo orgânico”, assegurou o secretário, e, ainda, do reciclável.Os contêineres, inicialmente, ressaltou o Bertani, serão colocados no anel central.Cada contêiner tem capacidade de armazenar um metro cúbico de lixo reciclável. Além dos 400 contêineres, cada domicílio residencial vai receber um saco plástico para adicionar o lixo reciclável, o qual será  levado aos contêineres. Nos bairros, os sacos ficarão  no lado de fora da residência para ser coletado nos dias programados.  Os sacos plásticos {35 mil} foram adquiridos com recursos disponibilizados pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente. “Caso o proprietário perder ou danificar, ele poderá comprar um novo em empresa privada”, adiantou o secretário, o primeiro é concedido sem custo {gratuito}.**Veto**Os vereadores rejeitaram por unanimidade veto do prefeito Augustinho Zucchi (PDT)  durante a sessão de segunda-feira (24). O  projeto de decreto legislativo aprovado,  rejeita o veto integral ao Projeto de Lei nº 07/2014, de autoria da vereadora Leunira Viganó Tesser (PDT), que institui o Plano Emergencial de Calçadas (PEC).A legislação em vigor prevê que a isenção poderá ser requerida por participante de programa social do município e que possua mais de sessenta anos de idade, tenha apenas um imóvel e a renda não ultrapasse a dois salários mínimos.  O programa fomenta a construção de calçadas e sem nenhum custo para as famílias que participam de programa social. O Executivo justificou o veto argumentando que “a iniciativa é reservada ou privada do Poder Executivo”.A vereadora Leunira salientou que “essas pessoas não possuem condições financeiras para pagar o custo das calçadas”.  Outro ponto, conforme a vereadora é a existência de ferramentas que propiciam a construção de calçadas a custo reduzido, baixo, por exemplo, citou Leunira, as calçadas ecológicas.